<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510</id><updated>2011-12-19T14:42:22.506-02:00</updated><category term='Capítulo II'/><category term='Ensaios sobre a alteridade – Parte I'/><category term='Das  contradições do Ser e do Existir'/><title type='text'>MUNDOS e PELES - Homem e humano...</title><subtitle type='html'>Histórias e Geografias cotidianas...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-1327148661073611672</id><published>2010-12-07T15:25:00.004-02:00</published><updated>2010-12-07T16:11:37.697-02:00</updated><title type='text'>Ressentimento e destrutividade - o território da dor humana - #2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Seguirei refletindo sobre a dor e o ressentimento,&amp;nbsp;seus destinos,&amp;nbsp;e os caminhos possíveis à agressividade e&amp;nbsp;sentimentos de inadequação e destrutividade. P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;ara focarmos este ensaio, não incluiremos aspectos religiosos ou geopolíticos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No texto anterior foi possível&amp;nbsp;perceber que, por mais remotamente inscrita, para todas as peles que deixaram registros&amp;nbsp;aqui, a dor é inerente ao ser humano e que, objetiva ou subjetivamente se faz ressentir em experiências análogas, ao longo da vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em pequenos intervalos, as novas tentativas de superação das experiências dolorosas empreendidas, podem resultar em vão e assim&amp;nbsp;trazem de volta - com o ressentimento - a memória daquela dor inicial e insuportável. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Acrescida de sentimentos potencializadores e a contar com a condição humana que é diferente de natureza humana&amp;nbsp;- a destrutividade - interna ou externamente produziria as diferenças humanas e assim, novas formas de expressão de natureza e cultura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A ação de ressentir seria uma tentativa desesperada de refazer o sentimento de impotência. O ressentido, nesta penosa sequência de investimentos falhos, sofreria em escala crescente uma espécie de distorção em seu comportamento, resultando em um processo desconstrutor que na maioria das vezes,&amp;nbsp;foge à nossa percepção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Admitindo que a natureza humana é algo que se distingue da condição humana;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;reconhecendo&amp;nbsp;que somos sujeitos imersos na cultura e na história, com suas invenções e opressões;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;considerando que, de acordo com Freud, a pulsão é ao mesmo tempo uma força de trabalho, criação e morte, que é perversa e polimorfa e que, portanto, pode ser destinada a qualquer objeto;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;aceitando&amp;nbsp;a hipótese de que, pelos inúmeros exemplos de violência e destrutividade às peles e mundos, o Homem moderno já seria capaz de deduzir que a pulsão bruta, sem a mediação do pensamento tem um poder devastador, a si e aos outros, &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;a reflexão que agora proponho às nossas peles é pensarmos se: uma vez que chegamos em limites exacerbados de dor, angústia e vazio, seria possível ao Homem encontrar formas possíveis de significar, expressar e manifestar este impulso agressivo, sem que isto gerasse sentimento de inadequação e consequente destrutividade e aniquilamento? Que destinos construtivos seriam possíveis à pulsão nesta nova era?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em descargas brutas e automáticas esta força pulsional que ao mesmo tempo é capaz de criar ou matar,&amp;nbsp;seria como um monstro que, desgovernado e incontido, buscaria saciedade imediata&amp;nbsp;a qualquer custo, de qualquer modo. No texto anterior, vimos que as posições de Nietzsche, Freud&amp;nbsp;&amp;nbsp;e Scheler são pessimistas. Segundo Freud a destrutividade seria uma inclinação autônoma, e a pulsão podendo&amp;nbsp;ser ao mesmo tempo criativa e destrutiva interna e externamente,&amp;nbsp;em extremos poderia levar ao aniquilamento de si e de outrem.&amp;nbsp;Freud sugere que pensar a dor,&amp;nbsp;sentí-la&amp;nbsp;e significá-la de modo construtivo poderia estreitar relações emocionais e nisto estaria o antídoto às guerras.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Opostamente temos o não pensar, a recusa em&amp;nbsp;destinar criativamente esta&amp;nbsp;pulsão. Nos instantes de crise e estrangulamento&amp;nbsp;decorrentes do esforço psíquico do sujeito ressentido em reprimir sistematicamente a descarga de certas emoções e afetos, a pulsão&amp;nbsp;transbordaria&amp;nbsp;culminando&amp;nbsp;no adoecimento físico ou psíquico, com menor ou maior gravidade até chegar em extremos, à destrutividade e aniquilamento. Somente através do pensar, poderíamos encontrar outros destinos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mas como encontrar um destino possível, se ao que parece, a tendência atual seria o não pensar; e&amp;nbsp;descarregar automática e autonomamente esta força, numa onda crescente de violência e morte? Por outro lado, se falamos de pensamento e expressão, o silêncio mórbido e aflito do ressentido, poderia ser contra-indicado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ora, se apenas no pensamento e do poder criativo residem&amp;nbsp;as&amp;nbsp;alternativas&amp;nbsp;para ressignificarmos este incômodo, e se comumente nos recusamos a pensar e elaborar, como poderíamos vislumbrar um destino construtivo nessa nova era? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De que modo poderíamos expressar tal impulso, sem que a decisão resulte em violência exterior ou auto-destruição? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A despeito dos avanços científicos e tecnológicos, a dor é inerente&amp;nbsp;e inevitável pois em alguma medida a tecnologia se mostra ineficaz àquilo que é subjetivo. O que&amp;nbsp;mais assistimos neste instante é a recusa do Homem em pensar destinos construtivos à sua dor e vazio,&amp;nbsp;aos seus impulsos mais primitivos e secretos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Se pelo que vimos a recusa em pensá-la nos embrutece, como poderíamos desenvolver mecanismos para conciliar e apaziguar esta força de trabalho que é a pulsão, com expressões adequadas ao convívio civilizado, com pretensões a construção de um mundo diverso e sustentável? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Que caminhos e expressões sua pele vem encontrando para destinar seus impulsos? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Seria possível modificar padrões de comportamentos destrutivos, e transmutar essa força motriz em expressões criativas e construtivas? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Como fazer e quais os caminhos possíveis para fazê-lo, se desistimos das&amp;nbsp;experiências em trilhas opostas às costumeiras, porque o novo ainda dó mais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;É isto que proponho possamos discutir a partir de agora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O que sente sua pele? O que pensa você? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Parece-me que são muitos os sentidos, caminhos, direções, destinos e expressões, gritos e falas, e cada pele&amp;nbsp;que sabe de si e sabe a dor que ressente, poderia&amp;nbsp;deixar aqui algum registro. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #f3f3f3; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: xx-small;"&gt;[O aporte teórico deste texto está em Nietzsche, Freud, Max Sheler e Lacan]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=4772"&gt;﻿outros textos publicados aqui﻿﻿&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-1327148661073611672?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/1327148661073611672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=1327148661073611672&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/1327148661073611672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/1327148661073611672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2010/12/ressentimento-e-destrutividade-o.html' title='Ressentimento e destrutividade - o território da dor humana - #2'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-7576151800204441721</id><published>2009-10-05T10:08:00.002-03:00</published><updated>2010-10-11T11:27:54.463-03:00</updated><title type='text'>Ressentimento - o território da dor humana - #1</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Ao longo do processo civilizatório, um estranho e destrutivo comportamento parece ter sido desenvolvido, culminando nos atuais e ameaçadores níveis, ao mundo e às peles. Sob o ponto de vista ético, um falseamento de valor - em relação a seu próprio valor, teria sido cometido pelo homem. Fundamentados na crença do bem e do mal, a adoção de valores falsos e inverdades estaria na gênese da dominação, escravidão, humilhação e impotência. Neste suposto conjunto excludente estaria ancorada uma falsa moral, os preconceitos e as injustiças.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Distanciado de si e dos seus valores o homem encontra-se imerso em medo, dor e solidão. Neste vazio, desamparado e só, o homem ressentido e rejeitado, distorceria os princípios fundamentais do convívio civilizado. Nas reflexões acerca da conduta humana, há relevantes contribuições. Delimitamos este estudo no pensamento filosófico e em teorias psicológicas. Para focarmos esta análise, não incluiremos os aspectos religiosos e geopolíticos. Os estudos realizados evidenciaram advertências quanto ao ressentimento que assentaria na gênese e posteriormente na dissolução dos valores primordiais ao homem sendo este o propulsor de suas mais aflitivas dores. Do que valeria às nossas peles, compreender a genealogia de uma ética do ressentimento? É o que proponho refletirmos neste texto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Re_sentir seria: - sentir novamente algo que, vinculado ao sentimento de humilhação e impotência humana, resultaria numa série de tentativas com insucessos e assim, a cada novo sentir, os sentimentos de impotência e humilhação se repetiriam sequencialmente. Um sofrer profundo e surdo se concentraria, ampliando as marcas e dores interiores. No acúmulo haveria um transbordamento, um ódio doentio, numa espécie de auto-intoxicação permanente. Este instante de estrangulamento e crise poderia decorrer - do esforço psíquico do sujeito ressentido em reprimir, sistematicamente, a descarga de certas emoções e afetos que transbordariam, levando ao adoecimento físico ou psíquico de menor ou maior gravidade, chegando em casos extremos, aos desvios de conduta, ruptura social e, no ilimite, ao terror.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Articulando o pensamento filosófico e psicológico, a ação de ressentir seria uma tentativa desesperada de refazer o sentimento de impotência. O ressentido, na penosa sequência de investimentos falhos, sofreria uma espécie de distorção em seu comportamento resultando em um processo desconstrutor que culminaria em altos níveis de medo, agressividade, destrutividade, dor e solidão. Os estudos sugerem que a distorção perceptiva o levaria a ver o objeto de admiração como demasiado bom no outro e inacessível a si. Diante da impossibilidade de tê-lo, o veria como - mau e indesejado. Disto poderia decorrer uma idéia de contágio e, em exposição prolongada à dor, tentaria negar, evitar ou banir a qualquer custo, aquilo que, vinculado a experiência dolorosa, o fez sentir-se impotente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O impulso destrutivo seria uma tentativa de tirar do outro, aquilo que é admirado e , supostamente inacessível a si. Poderia ocorrer um impulso voraz, insaciável e inconsciente de esvaziar até deixar seco de vida aquele que, admirando, percebe como um mal. Que motivos levaria o homem a abrigar em sua psique esses impulsos agressivos e hostis a si e a outrem? Seria possível ao homem de hoje, por si ou pelas gerações futuras, tentar reencontrar os valores do sentir, sem pressentimentos ou ressentimentos? Mundos e peles, histórias e geografias do humano que situam o homem como estrangeiro a si. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Em substituição ao pensamento bélico, violento e destruidor, seria possível reaprendermos a demonstrar gentileza, civilidade e gratidão? De que modo, sem a destrutividade da espécie ou a degradação do planeta, nossas peles suportariam a incompletude, a dor e a solidão? Se há medos que são perpassados por gerações e se em qualquer idade, podemos estar aprisionados aos medos infantís, o que poderíamos fazer pelos nossos ressentimentos de modo a não comprometermos o livre sentir das gerações futuras? Haveria em sua pele memória de ressentimentos de um outro a si? Haveria em sua pele um ressentimento que pudesse estar sendo repassado? O que pensa sua pele que seriam caminhos possíveis em direção ao reencontro dos verdadeiros valores e princípios de cada pele, sem ressentimentos? Quais são suas verdades e suas mentiras? As contribuições de cada pele em suas experiências e comentários, nos auxiliarão na sequência deste estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Mai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cccccc;"&gt;No referencial teórico estão presentes o pensamento de: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cccccc;"&gt;Nietzsche - genealogia da moral, a dissolução da moral coleção sendas e veredas&lt;br /&gt;Freud, O Bem Estar da Civilização - Peter Berger, Perspectivas sociológicas - Max Sheler, El Ressentimento em La moral&lt;br /&gt;Melanie Klein – Inveja e gratidão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-7576151800204441721?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/7576151800204441721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=7576151800204441721&amp;isPopup=true' title='74 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7576151800204441721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7576151800204441721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/10/ressentimento-o-territorio-da-dor.html' title='Ressentimento - o território da dor humana - #1'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>74</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-7010156683804903625</id><published>2009-09-01T11:48:00.024-03:00</published><updated>2009-09-01T15:07:31.817-03:00</updated><title type='text'>medos - todo medo seria infantil?</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Continuarei refletindo os medos como heranças repassadas ou bloqueios adquiridos em experiências, que tenham causado desconforto, danos, dores físicas ou psíquicas que, vividas ou imaginadas, por si ou por outros, ficariam associadas a um dado negativo e, em complexos, afetariam em cadeia o sujeito, sua pele e suas escolhas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A partir disto, os traços mnêmicos (memória) mantém intacto e vivo o passado que, é atualizado, apenas e por nossa memória e desencadeia (pelo que associamos)  (pela memória do episódio), a sensação de perigo, a dor sofrida e as reações ou não. Diante de um confronto análogo este medo retornaria, interferindo nas escolhas e deixando sentimentos de desconforto e insegurança ou uma desconfiança sem medida que poderia causar uma angústia em maior ou menor grau ou até mesmo insuportável, paralisante, autodestrutiva. As reações e os efeitos nocivos ao equilíbrio são distintas entre as pessoas. Decidi novamente pensar este medo que resulta &lt;em&gt;da e na&lt;/em&gt; insegurança. Mas se falamos em passado e memória, seria pertinente cogitarmos que alguns germens teriam sido plantados, no tempo em que ainda éramos crianças? E nesta hipótese, todo medo seria infantil? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Proponho que, juntos, pensemos o temor que por vezes ocorre diante de coisas que já sabemos mas também aquele que sentimos ao imaginarmos ou temermos o desconhecido. Por medo, deixamos de fazer as escolhas centradas em nós e escolhendo com base no outro, deixamos oportunidades para trás e por temor de perder, ficamos reféns e esquecemos que o acaso poderá nos tomar com a mesma intensidade ou dor. Aqui um ponto que nos cabe pensar: quais são os parâmetros às nossas escolhas? Ou de outro modo, seriam experiências passadas que nos servem nas escolhas? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para que possamos unir experiências e integrar idéias, proponho às peles que, leiam, reflitam e deixem as suas impressões, sobre o que pensam acerca das variações entre o medo primordial à preservação, sobrevivência, perenidade e outro medo, que sendo imaginário, emocional, subjetivo, escaparia ao poder e controle, causando instabilidade e insegurança. Medos, tem intensidade e localização variada. Poderia o medo desestabilizar ou em extremos, encarcerar potentes estruturas que a partir da insegurança, estariam frágeis, vulneráveis, instáveis? Na tentativa de explicar o medo infantil, decidi pensá-lo como uma espécie de instância anônima à qual, diante de situações reais de confronto, iminentes, latentes ou imaginadas, poderíamos identificar a origem, apenas sentir e nos paralisar, ou não. Medo nos remete a um desamparo primordial, algo que, sem nome, guardamos inato ou no intimo. Fortes em muitas situações, poderemos nos ver impotentes diante de acasos, destinos, perdas e uma enorme lista de fatores. Considerando ser primordial, e atribuindo que nos referiremos às experiências pregressas, ousarei perguntar às outras peles: não importando a idade, todo medo seria infantil?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Diante da insegurança que decorre do medo, do descontrole emocional e pressa que acomete no momento e sob a premissa de nos protegermos, e nos defendermos, poderíamos pensar que os medos tenderiam a interferir nas escolhas? Ou o medo seria resultante de uma baixa inteligência emocional (IE)? Esta seria uma face positiva do medo ou ele seria um obstáculo aos fortes, potentes e racionais? Sob este argumento, o mesmo instinto que preserva a vida, se inseguros, nos paralisaria diante da escolha necessária à nossa sobrevivência? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pensei - se for assim, o mesmo medo que nos protege, nos inibe, paralisa, cega a capacidade de discernimento e controle do pensamento e emoção. Sob o efeito do medo originário e, decorrente dos complexos evocados pela memória, ocorreria a diminuição da capacidade de escolha e o aumento da insegurança. Assim, restaria como herança, a angustia de, perante uma situação de escolha, não saber lidar, temer perder a melhor opção ou sofrer longamente as dores sabidas e insabidas se houvéssemos tomado um outro caminho. A partir disto, os danos, equívocos, efeitos nocivos ou culpas, ficam novamente associados e localizados em fatos e pessoas que estejam envolvidas nas situações e contextos que, novamente, com mais um dado se atualiza e aumenta na memória os medos e as culpas. Pensando em culpas e medos, voltemos a questão inicial, todo medo seria infantil? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Somos criadores do nosso pensamento e se somos e se o passado só existe em nossa memória, poderíamos modificá-lo em nosso pensamento e assim nos libertarmos e nos sentirmos centrados, seguros e auto confiantes. Poderíamos controlar o medo sendo mais inteligentes emocionalmente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-7010156683804903625?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/7010156683804903625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=7010156683804903625&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7010156683804903625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7010156683804903625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/09/medos-todo-medo-e-infantil.html' title='medos - todo medo seria infantil?'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-872704085567088363</id><published>2009-08-18T03:20:00.004-03:00</published><updated>2009-08-18T04:32:41.240-03:00</updated><title type='text'>Autenticidade e Simulacro - O UNO...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Decidi convidar todas as peles a refletir acerca do que é ser UNO. Pensaremos sobre a autenticidade e os simulacros. São polos opostos, Tudo e nada, real e aparente e são opostos complementares assim como guerra e paz, amor e ódio, força e delicadeza, som e silêncio, beleza e fealdade, bem e mal, bom e mau. Há peles que trabalham com a imagem e a autenticidade, o real e o irreal o som e o silêncio. E o que é a beleza diante da imagem? Seriam modelos ditados pela estética que agora é modelada pelos homens? Um aquário é uma miniatura do mar um simulacro? É belo fora e dentro porque na transparência do vidro e da água ele mostra a beleza mas aquilo que contém é frágil. A beleza seria frágil em si? Então nossas peles poderiam refletir que seria preciso ser forte para poder conter a fragilidade e assim, não quebrar? O autêntico e o simulacro, a beleza real ou a imagem aparente. Mas um poderia existir sem o outro ou um precisa do outro para ser, em si? Então tudo é nada e tudo está em tudo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Então somente quem é forte consegue assumir seu lado frágil e inversamente se complementarem? Assim também o medo e a coragem estão juntos como a velocidade e a lentidão, tristeza e alegria, liberdade e cárcere e no conjunto, o UNO seria um microcosmo, um universo em UM e sendo dualidades que se complementam não deixariam de ser autênticas? Então a autenticidade também teria que contemplar um simulacro? Isto significa ter tudo e nada, porque teremos um e outro? Então sendo autênticos teríamos que suportar sermos simulacros, também como se fôssemos falsos como a imagem no espelho e para estarmos integrados sermos este universo de possibilidades e sermos UNOS precisaríamos ser tudo e nada, real e imaginário, concreto e ilusório não poderíamos ser autênticos sendo apenas de um jeito? Ou será que tudo está em tudo ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Isto seria uma loucura? Ou Loucura é querer uma coisa só, pensar em uma coisa só, obsessivamente uma idéia fixa, um polo apenas incompletudes força, liberdade, ilusão, ódio, uma coisa só, autêntica mas isto mata mais que um vírus HIV e a AIDS, porque não se contém o que escapa porque tudo está em tudo e o tudo está no conjunto das coisas. Então não dá prá ser apenas emoção, precisamos da razão e da lógica, não dá para ser apenas real e tangível, é necessário também a ilusão e o irreal o teatro é isto, a arte é isto, a música é isto é preciso que pensemos o que nossas peles sentem acerca disto porque a minha pele sente deste modo mas tenho dúvidas e muuitas perguntas e talvez eu esteja errada em pensar assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Autenticidade e simulacros, mundo real e o mundo de aparências um existe no outro como um espelho onde um é beleza e real e o outro é imagem e aparência. Compreende? Como a matemática também é feita de milhões e também feita de zeros. Tudo é tudo e nada. E mesmo que os zeros venham antes, eles formarão os milésimos e isto somos nós, UNOs, INTEGRADOs, e tudo está ligado, junto. Se dizemos sobre música, dizemos sobre matemática, numeros, física, quimica, geografia, Lugares e HOMENS, isto é arte e a arte é real e irreal...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cccccc;"&gt;Então tudo está em tudo, contido e descontido e quando generalizamos ou quando queremos uma coisa apenas, separamos e desjuntamos o que nunca se desjunta mas nos escapa porque não se detém e é exato e inexato e não cabe em si. Mas isto não seria o Caos e sua ordem desordenada? Então a autenticidade, do modo como se entende como ser, apenas de um jeito sendo força, coragem, velocidade, alegria e liberdade, é que nos faria ser incompletudes porque fialtariam as outras metades? Então porque não há começo nem fim porque é infinito, finito, exato e inexato é que nos é impossivel deter, conter ou reter o universo que está em nós? Então é por isto cada UM é um microcosmo e assim somos miniaturas do universo e portanto somos autênticos e simulacros? E seria por isto que precisamos ter poder sobre nós, sabendo que ao mesmo tempo o poder não se detém e nos escapa? Então a loucura que escapa é esta, que subjaz ao poder porque algo sempre escapará e nunca deteremos mas resta-nos governar isto que é nosso território, nosso país e nosso estrangeiro? E este UNO - autêntico e simulacro do universo que somos nós há coisas que conhecemos e outras que ainda estão por vir? Só tenho perguntas, não tenho as respostas mas cada um pode ter uma, a sua. É tarde, mas deixo aqui o convite para que todas as peles que parem e leiam, opinem sobre isto que ando pensando e que é a loucura de ser UNO e, sendo autêntico e simulacro, ter um universo em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-872704085567088363?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/872704085567088363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=872704085567088363&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/872704085567088363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/872704085567088363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/08/autenticidade-e-simulacro-o-uno.html' title='Autenticidade e Simulacro - O UNO...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-4697716182725790342</id><published>2009-07-12T19:24:00.000-03:00</published><updated>2009-07-12T19:24:38.932-03:00</updated><title type='text'>a história da loucura na loucura da história...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A invenção – Erfindung – é, por um lado, uma ruptura, por outro, algo que possui um pequeno começo, baixo, mesquinho, inconfessável. Este é o ponto crucial da Erfindung. Foi por obscuras relações de poder que a poesia foi inventada.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Nietzsche &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido histórico, as questões do poder perpassam os grandes fatos, datados no tempo. Assim também, historicamente, a modernidade deixará um legado de invenções que em sua emergência estarão vinculadas à esta época. A partir da genealogia da história encontramos pequenos começos que envolvem micropoderes como um campo de forças e, entendendo a história, como este campo em que forças, em determinado momento, emergem e com elas, práticas e saberes, decidí propor às nossas peles, uma reflexão sobre a invenção da loucura e sua emergência, datada na história. Ressalto que meus estudos, acerca da história da loucura, estão embasados em Nietzsche e Michel Foucault. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;No que concerne às discussões acerca da saúde mental no último século e a partir dos novos paradigmas referentes aos cuidados psicossociais aos portadores de transtornos severos, foi possível pensar que a loucura, nos moldes excludentes em que se configura, teria sido inventada e sua história, datada no tempo, tem gênese nas práticas enclausurantes e sua invenção encarcerou muitas peles no modelo asilar. Vejamos o que nossas peles pensarão a respeito deste tema após esta leitura e sob a ótica de um estudo genealógico da história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;O contexto dos primórdios do asilamento e da doença mental foi retratado historicamente, como uma invenção oriunda da Revolução francesa e, na contra mão da liberdade ali estaria assinalada, a gênese do confinamento, calcada na capacidade produtiva do sujeito. Até então não havia discurso médico acerca da doença mental. Os considerados pela alteridade como marginais – e neles incluídos os “loucos” – passaram a ser internados, pois eram ditos incapazes de convivência social e não tinham utilidade para o sistema econômico que vinha se delineando à época. A história da loucura e da psiquiatria, confunde-se com a história de um processo de asilamento e de medicalização da sociedade. Trata-se aqui, da pedra angular de um paradigma pautado no poder e na disciplina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O paradigma da ciência clássica, calcado na lógica racional cartesiana, propunha a ordem, a norma e a coerência. Serviu de inspiração a um modelo reducionista e determinista, ao qual a diferença, a contradição , a rebeldia a contestação e a loucura, tornaram-se um contraponto. Justificava-se assim, a instauração do confinamento, principal estratégia de exercício de poder sobre os loucos e os desviantes de toda sorte. Historicamente os loucos foram desacorrentados e libertados das prisões e, estranhamente transferidos para outra prisão – os manicômios, iniciando assim, seu calvário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Modelos excludentes pautados na lógica manicomial estão sendo discutidos mas a grande questão é podermos olhar a loucura com um olhar diferenciado e o que propomos é que nossas peles possam se permitir, discutir e pensar em um outro entendimento possível, acerca do que são as diferenças para a alteridade e, consequentemente pensarmos a participação de nossas peles nos processos de exclusão social. Nesta direção propomos alguns questionamentos: o modelo hospitalocêntrico ainda caberia em nossos dias como modelo hegemônico? E seria possível pensar em uma rede de assistência em que bons hospitais pudessem compor? O que poderia ser oferecido aos casos mais brandos? E os casos de transtorno severo, qual seriam as alternativas possíveis de assistência? Em dias de tanta loucura, caberia persistir na segregação do diferente e desta vez, não apenas por motivos econômicos, ou também por motivos econômicos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os Hospitais, sobretudo os Psiquiátricos, guardam, ainda hoje, características de uma forma de poder exercido sobre os corpos, pautado na vigilância e na disciplina. O “panopticon” inventado por Bentham, alude à arquitetura dos espaços enclausurantes, submetendo os corpos à visibilidade e domínio de um olhar vigilante. O hospital psiquiátrico ainda carrega o estigma de espaço esterilizador das trocas sociais. Movimentos precursores na Itália, inspiraram discussões que, no Brasil, tiveram sua fase embrionária, na década de 70. Sabemos que há sofrimento das famílias dos portadores de transtornos severos porém, o maior desafio talvez seja pensarmos, agora, na conquista de um lugar social para os “loucos”, lugar este onde possam ser tratados de forma mais justa, mais acolhedora, mais respeitosa, capaz de resgatar-lhes a cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A despeito de todos os fatos e avanços verificados até o momento, cumpre-nos o registro de que paralelo ao processo de Reforma, ainda há um jogo de forças e a despeito da implementação de outros dispositivos assistenciais, para muitas peles, em muitas circunstâncias, as práticas asilares ainda são vistas e mantidas, incompreensivelmente, como forma hegemônica de cuidado aos portadores de transtornos psíquicos. O que pensa sua pele sobre a loucura e a prática excludente do enclausuramento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-4697716182725790342?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/4697716182725790342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=4697716182725790342&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/4697716182725790342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/4697716182725790342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/07/historia-da-loucura-na-loucura-da.html' title='a história da loucura na loucura da história...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-775981662199843668</id><published>2009-06-13T21:57:00.000-03:00</published><updated>2009-06-13T21:57:29.775-03:00</updated><title type='text'>Tempo, imagem e espetáculo virtual -  A dor lucrativa e o consumo da significância social...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Tempo e imagem são temas que causam fascínio ao homem moderno. Nesta direção o culto à imagem e o desejo de desacelerar o tempo é gênese das manipulações dos corpos daqueles que buscam a estética ideal. Acresce a isto uma incontrolável necessidade de exposição à mídia. Este conjunto de fatores foi percebido como possível ‘sintoma social’ e originou estudos acerca da hipótese de estarmos vivendo, em uma sociedade que vem sendo chamada de: ‘sociedade do espetáculo’. A visibilidade midiática vem transformando atores sociais anônimos, em celebridades públicas. Este fenômeno vem sendo estudado e coloca a alteridade como vítima e algoz de si mesma, cedendo espaço privado e assujeitando-se à mídia. Minutos de fama tem levado aos palcos televisivos, episódios impensáveis – reais ou produzidos, onde a vida privada é exposta publicamente e veiculada em todos os horários possíveis como cenas virtuais ou fatos em tempo real.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De um lado a exploração da mídia, sobretudo a televisiva, no outro o consumo dos espectadores que assim autorizam a manutenção do ciclo lucrativo de tragédias em tempo real. Há pessoas que são mais suscetíveis às impressões que seus sentidos apreendem das cenas mostradas. Estas sofrem efeitos nocivos da exposição aos dramas. Mesmo assim, alguns entre esses, insistem em sintonizar os noticiários sensacionalistas. Neste espaço não discutiremos a importância da informação e também não questionamos a necessária liberdade de expressão. O que proponho refletirmos neste espaço é o fato de não estranharmos os excessos e nada fazermos diante da constatação dos ilimites à exploração e exposição de matérias da vida real. Haveria uma espécie de banalização das dores cotidianas? Tragédias urbanas invadindo os espaços poderiam suscitar uma espécie de dessensibilização social?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Há algum tempo me recuso a contribuir com a audiência destes fatos e tenho refletido sobre a necessidade de veiculação das imagens trágicas, em tempo real que tem sido uma prática comum na imprensa. Por vezes parecem estar alheios às histórias e contextos existenciais das pessoas envolvidas. Noutros momentos tenho a percepção que o acontecimento parece ser preterido à audiência. É como se não houvesse dor ou dano às peles envolvidas nas circunstâncias. Seria possível conceber que a lógica capitalista, não impõe limites para a intervenção das mídias? Seria razoável pensar em limites à atuação da imprensa diante dos nossos direitos à privacidade ao rejeitarmos os ilimites da mídia? É importante lembrar que, neste momento, corpos de vítimas do recente acidente aéreo, ainda estão sendo resgatadas em águas próximas à Fernando de Noronha. Discutindo este tema, nos situamos em condição de igualdade para pensarmos: como vemos à exploração desses fatos? Quanto nossas peles contribuem para os níveis de audiência dos veículos que lucram com a dor alheia?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Atravessando os espaços e em nome do lucro, a sociedade de consumo, parece estar disposta a reificar, &lt;em&gt;coisificar&lt;/em&gt;, quase tudo. Abusos da mídia e o necessário resgate da ética nos veículos e profissionais de comunicação, vem suscitando discussões. É fato que as relações sociais são perpassadas pela comunicação. Nessa direção a informação tem um valor incalculável. O que desejamos pensar é, em que momento, nós permitimos que a mídia como instância de poder, ocupasse os espaços vazios? Porque concedemos e não estranhamos que a mídia, tomasse as vidas, como mercadoria consumível e explorasse a morte e sua dor, como signo de alto valor nesse espetáculo vampirisante? Onde está situada nossa capacidade de estranhamento e porque teríamos permitido que, tragédias coletivas e dramas pessoais fossem elevados ao status de ‘fetiche’ midiático?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;De que maneira, quando e como nós nos apartamos de nossa significância social e cedemos lugar às manipulações alienantes? Quando um fato não era transmitido em tempo real, os recursos midiáticos o transformava em matéria virtual repleta de imagens, dissociada do contexto e do seu tempo. Assim a mídia produz um espetáculo e sem estranhamento ele é corroborado por nossa percepção, cognição e intelecto. Fatos reais recebem o cunho de espectro e, por mais dramáticos que sejam, transformam-se em mercadorias mantenedoras da audiência televisiva que resulta em lucro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A recente tragédia aérea, suspendeu todas as regras do sistema e situou a própria mídia em meio ao desespero e a impossibilidade. O vazio, o nada de informação era o próprio fato. Uma ausência de poder era bastante para explicar que não havia nada além de animações e simulações, suposições ao vazio. Como manter a audiência com a manipulação de imagens? Parece que ao menos por alguns instantes a mídia ocupou o lugar do vazio pois diante da impotência e impossibilidade de saber, não haveria como capturar os sentidos e a inteligência do sujeito que parece estar sendo, cada vez mais reduzido, em sua significância social. Como sua pele se vê diante desta reflexão?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-775981662199843668?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/775981662199843668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=775981662199843668&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/775981662199843668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/775981662199843668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/06/tempo-imagem-e-espetaculo-virtual-dor.html' title='Tempo, imagem e espetáculo virtual -  A dor lucrativa e o consumo da significância social...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-3426293829591683684</id><published>2009-05-24T21:48:00.006-03:00</published><updated>2009-05-25T20:52:43.565-03:00</updated><title type='text'>Medos, preservação e modernidade...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Os Medos em uma vasta lista, reais ou psíquicos, são comuns e, em níveis medianos, podem ser considerados sadios. O fato atávico do medo tem gênese no instinto de sobrevivência e conservação da espécie, bem como tem uma articulação com a linguagem, perpassando gerações, em forma de atavismos. Traumas reais, dores, vazio e uma iminente ameaça de queda, são algumas das marcas psicológicas do homem ocidental contemporâneo. O medo aciona um gatilho atávico, mais conhecido como luta ou fuga e lutar tanto quanto fugir, são reações possíveis. Pensar e refletir o que o medo significa para sua pele é algo que faremos aqui.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Se alguém sofre um assalto quando está numa agência bancária, poderá sentir medo de novamente, dirigir-se a um Banco. Esta seria uma associação que a mente humana produziria. Uma das hipóteses teóricas seria de que o inconsciente, sendo atemporal, faria uma atualização e, tudo que você está vivendo, seria compreendido como acontecendo no momento presente. O medo afeta a sua auto-estima em prejuízo de sua autoconfiança. Que outras possibilidades sua pele poderia oferecer como plausíveis?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;O medo não é uma reação patológica. Antes é uma espécie de proteção e, sem dúvida alguma, nos remete ao conceito de autopreservação. Conscientemente, quando estamos limitados por medo irreal, ele pode se transformar em temido pânico. Quando o pânico se instala, o sujeito não foge ou enfrenta seus “fantasmas”. Fica hesitante e descontrolado. Sinais e sintomas variados, vem sendo estudados. Parece existir uma espécie de regressão a um estado ancestral que poderia congelar as ações. Os sinais de perigo ou ameaça, deflagram alertas fisiológicos do medo e, com pânico, sem utilizar os mecanismos de luta ou fuga, as descargas adrenérgicas levam o sujeito a perceber-se com sintomas de infarto, por exemplo. Mãos frias, aceleração cardíaca, são alguns dos sintomas fisiológicos mais simples e comuns, do pânico. Assim, a exacerbação dos receios que culmina com o pânico, poderá levar à obstrução do fluir natural da vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Para que possamos pensar o medo que nossas peles sentem, será preciso compreender os mecanismos de tensão entre o passado e o presente e sua complexa operação mimética. São mecanismos que utilizam os comportamentos atávicos e a linguagem para articular o medo. Porquanto imerso em linguagem, o que conhecemos como passado poderia não ter correspondência com os fatos vividos em um momento específico. O passado está vivo, contido no presente e envolvendo-o também. Os antepassados, como uma espécie de herança genética, transmitem, através da linguagem, as principais ruínas emocionais de tal forma que estes conteúdos sensíveis, transformam-se em uma uma informação, repleta de afetos cuja intensidade, poderá ir crescendo e aumentando em vulto e importância. Os índices máximos destas experiências, repetidas e perpetuadas por gerações em transmissão oral, poderia levar tais receios a estados graduais de cautela, limitação, desconfiança, insegurança, angústia, até o pânico e terror paralisante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Para a realidade psíquica não há a exigência de uma realidade objetiva. O que passa a ocorrer é tão somente uma reconstrução de traços. A semelhança seria decodificada como comportamentos atávicos. A memória se encarrega de organizar e reter os residuos pregressos. A consciência, via percepção, faz a conexão do presente com o passado e deflagra o medo e as reações a este. Nesta articulação, a percepção une os registros mnêmicos emocionais, com uma carga de afeto por vezes, maior do que o evento daquele momento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Já o inconsciente não distingue o que é fantasia da realidade ou o passado do presente. O pensamento passa a ser presentificado e, sua mente acredita tratar-se de algo real. As repetições, se transformam de associação a um padrão de pensamento. Os perigos próximos e reais são temidos e podem surgir em função das associações operadas ao longo da vida. Imersos na linguagem, somos suscetíveis aos comportamentos aprendidos, nas repetições de experiências passadas. Novos fatos reconstroem os traços e assim mantemos viva aquele comportamento atávico que nos foi transmitido através das gerações. Aqui, a imaginação é o elemento que mantém vivo, o medo.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;É comum algumas peles afirmarem que não conseguem realizar projetos, atingir objetivos, alcançar metas das mais simples às mais complexas. É preciso que estas peles reflitam os mecanismos do medo para que possam libertar-se destas limitações. Os medos que a sua pele sente, foram aprendidos? De outro modo, você os transmitiu aos seus descendentes? E sua pele, de que modo poderia contribuir para que juntos, pudéssemos compreender o que está por trás dos medos da humanidade? Porque o medo tem vitimado tantas peles?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#339999;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-3426293829591683684?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/3426293829591683684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=3426293829591683684&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/3426293829591683684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/3426293829591683684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/05/medos-preservacao-e-modernidade.html' title='Medos, preservação e modernidade...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-5830900141788810267</id><published>2009-04-29T01:38:00.003-03:00</published><updated>2009-04-29T19:59:20.572-03:00</updated><title type='text'>Estrangeiros e Viajantes, o que nos protegeria? Blogagem Coletiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/Sfh31TDJxMI/AAAAAAAAAgI/cN3yIYnSlvI/s1600-h/O_ceu_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330141916523250882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 102px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/Sfh31TDJxMI/AAAAAAAAAgI/cN3yIYnSlvI/s400/O_ceu_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Um desamparo primordial – “O Céu que nos Protege” foi o filme que repercutiu mais fundo as minhas emoções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como a minha pele experimenta o universo cinematográfico? Que leitura emocional a psique faz desta Arte? Qual filme teria impactado em minha pele, as questões mais profundas?&lt;br /&gt;Sobre as experiências que o cinema e, no conjunto – roteiro, trilha, fotografia, fazem ecoar nas camadas mais fundas do coração humano, cada pele poderá fazer uma interpretação particular.&lt;br /&gt;O que levanto neste momento é a possibilidade de que a partir da história de um sujeito, uma Obra cinematográfica que condense em sua trama, um conteúdo fundamental, poderia repercutir de forma profunda e capturar as emoções primordiais em uma determinada psique. Seria por esta razão que cada pele guarda uma impressão particular e única sobre um determinado filme? Eu poderia falar que senti algo assim em  “O Céu que nos Protege de Bernardo Bertolucci. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;E eu explico. A beleza da fotografia, a trilha sonora e o belo elenco, por certo contribuíram para o estado de suspensão em que me vi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mas não foram estes os fatores mais relevantes desta experiência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que senti ao ver este filme, foi uma conexão profunda, com a experiência mais forte do humano – O desamparo primordial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Este  sentimento nos conecta com o vazio e, no processo de humanização, nos leva a desejar companhia e exigir a presença ativa de um outro que nos complete e ampare. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Este filme ensejou uma importante reflexão acerca do que fazemos ao longo da vida e o que somos enquanto existimos cotidianamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Como poderíamos pensar o ir sendo de nossas peles, se há um desamparo que, supostamente eu não conseguirei preencher?&lt;br /&gt;A esperança de que exista uma possibilidade de felicidade, a partir de uma vida com um outro, poderá se configurar como inútil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Ou seja, o futuro seria incerto porque poderia resultar na constatação de que o acaso, sempre nos conduzirá de volta ao desamparo primordial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Este filme levou-me a constatar que sou uma estrangeira de mim e em mim mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Além disto constatei o sentimento de estrangeireidade que me habita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Não somos turistas na vida. Vivendo, somos viajantes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Humanos, estamos expostos ao acaso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Turistas vão e voltam mas VIAJANTES, podemos ir e não voltarmos das experiências às quais nossas peles se exponham.&lt;br /&gt;Neste filme com mais de duas horas e meia de duração, um casal, após dez anos juntos, partem em uma viagem pelo deserto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Na experiência da morte, o desamparo, o sentimento de estrangeireidade e a certeza de que somos viajantes na vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Neste filme de Bernardo Bertolucci, Debra Winger vive Kit e John Malkovich, vive Port. A trama evidencia o impasse da morte e a questão do desamparo que nos conduz à busca do outro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-5830900141788810267?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/5830900141788810267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=5830900141788810267&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/5830900141788810267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/5830900141788810267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/04/estrangeiros-e-viajantes-o-que-nos.html' title='Estrangeiros e Viajantes, o que nos protegeria? Blogagem Coletiva'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/Sfh31TDJxMI/AAAAAAAAAgI/cN3yIYnSlvI/s72-c/O_ceu_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-245789725857086532</id><published>2009-03-15T15:56:00.006-03:00</published><updated>2009-03-15T16:10:52.644-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Das  contradições do Ser e do Existir'/><title type='text'>Paradoxos,  o  silêncio  e o vazio...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Nas reflexões necessárias à compreensão do homem, deparamo-nos com paradoxos que, de tão complexos, caberia ouvir de outras peles, suas impressões e experiências.&lt;br /&gt;Porque será que o silêncio, o vazio, o nada e o nunca, são instâncias ou palavras que causam tanto estranhamento, despertando opiniões contraditórias acerca de sua aceitação e compreensão?&lt;br /&gt;Tentarei reuni-las em uma sentença para que tentemos visualizar o sentido dessas palavras no conjunto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Direi que o silêncio é um lugar vazio, um nada que nunca está, de fato, vazio. O silêncio é um vazio, cheio de significados, sons e palavras. Que verdade haveria nessa afirmação?&lt;br /&gt;Talvez o contraditório não se aporte nas opiniões e sim nas palavras e justamente na inexistência de uma ‘verdade’ razoável na experiência de cada uma delas.&lt;br /&gt;Do que estariam cheios os silêncios e os vazios?&lt;br /&gt;Porque nos afligimos tanto diante da ameaça de senti-los e os experimentarmos?&lt;br /&gt;O estranhamento e desconforto diante de ambas as experiências, decorreria do fato de que ambas denunciam nossa incompletude e a impossibilidade de preenchermos sozinhos, autonomamente, esses espaços? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Ou seria o fato de nos percebermos, supostamente, dependentes de um outro como a instância que ‘ocuparia’ e preencheria esses espaços?&lt;br /&gt;O que pensa sua pele?&lt;br /&gt;Quais as experiências sua pele poderia partilhar do silêncio e do vazio, do Nada e do Nunca?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-245789725857086532?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/245789725857086532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=245789725857086532&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/245789725857086532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/245789725857086532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/03/paradoxos-o-silencio-e-o-vazio.html' title='Paradoxos,  o  silêncio  e o vazio...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-7872150393865404749</id><published>2009-03-09T00:47:00.002-03:00</published><updated>2009-03-09T00:59:58.328-03:00</updated><title type='text'>Blogagem Coletiva - Inclusão Social</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Como pensar uma consciência inclusiva?&lt;br /&gt;Precisarei  falar em diferença e igualdade e, na tentativa de ‘apaziguar’ essa dicotomia,  algo paradoxal me surge: a necessidade de repensar  esse termo que, necessariamente,  precisa  da ‘exclusão’ para se afirmar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Eu explico: há uma subjetividade e abrangência inerente ao 'diferente’. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;É um não saber sobre o outro na diferença de si mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Diria ainda que para pensar ‘inclusão social’, seria necessário intervir nas desigualdades, no que a mim incomoda e que rejeito, naquilo que me é diverso...&lt;br /&gt;E se  entendêssemos que o Estado democrático produz ‘desigualdades’, seria negarmos a possibilidade de igualdade e inclusão daquilo que diferente rejeito?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A sociedade ‘regula’ a exclusão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;No mundo capitalista, historicamente, há práticas socialmente excludentes que precisamos repensar, rediscutir, nos implicar...&lt;br /&gt;Haveria algum debate possível para que intervíssemos  nessas desigualdades e nessa exclusão? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quais seriam as práticas inclusivas?&lt;br /&gt;Como abordarmos a  Inclusão se é evidente a intolerância e o não saber sobre o outro da diferença?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que seria e a quem se destinaria uma 'Educação Inclusiva'?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Penso que as sociedades  inteiras precisariam  repensar este momento...&lt;br /&gt;Proponho que pensemos, quantas vezes nossas peles se sentiram excluídas e como foi essa experiência...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-7872150393865404749?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/7872150393865404749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=7872150393865404749&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7872150393865404749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7872150393865404749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/03/blogagem-coletiva-inclusao-social.html' title='Blogagem Coletiva - Inclusão Social'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-801623042841834416</id><published>2009-03-01T21:33:00.004-03:00</published><updated>2009-03-01T21:45:43.569-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Capítulo II'/><title type='text'>Identidade e Alteridade, as heranças da vergonha...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Pensei discutir este tema com as diversas peles, seus mundos, histórias e geografias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Estamos imersos na linguagem e sob os efeitos das ‘distorções’ e recalques imputados por várias instâncias e grupos sociais.&lt;br /&gt;Para falarmos em Alteridade dialogando entre os saberes teremos que, necessariamente, compreender a formação e estruturação da IDENTIDADE nas relações sociais, sob a égide das emoções humanas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em direção à foz e uma vez que os principais problemas sociais impactam no diálogo do Eu com a alteridade, entendemos que um dos aspectos importantes para pensarmos o tema, seria podermos compreender sentimentos subjacentes à gênese das angústias e sofrimentos psíquicos.&lt;br /&gt;Assim, decidi abordar as origens da vergonha e seu principal antagonista - a humilhação.&lt;br /&gt;Por natureza fala-se pouco da vergonha. Assim também como a teia, tecida em nossas peles, pontuando os dramas particulares, as tramas familiares na trajetória social. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Novamente colocarei a criança em cena e nos bastidores, a formação da identidade, mediada e estruturada a partir da relação com o Outro. Um primeiro outro que, no olhar da psicologia, seria a primeira relação oposta ao ‘sujeito que pensa’. Os pais ou cuidadores.&lt;br /&gt;Na superfície das relações, a sociedade e a alteridade como fator inclusivo ou, opostamente, como uma instância que ‘pressiona’ o que é diverso, marginalizando e estigmatizando.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Desse modo, excluído socialmente, o indivíduo faria seu primeiro contato com a humilhação seus transtornos e digressões decorrentes da exclusão social.&lt;br /&gt;O indivíduo passaria a associar fatos traumáticos oriundos daquela primeira relação com aquele primeiro Outro, seus sofrimentos, humilhação e impotência. Vida afora.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Sintamos nossas peles, dramas particulares e tramas familiares no contexto sócio-histórico para escavarmos as origens de nossas vergonhas.&lt;br /&gt;O Eu e a sociedade, a identidade e a Alteridade.&lt;br /&gt;É comum que emoções amalgamadas no pretérito, traduzidas pela criança, como uma falta de afeto, frequentemente insistam em reinscrever-se às cenas subsequentes e, igualmente traumáticas e análogas àquela primeira experiência. Aqui os afetos mais arcaicos, são atualizados numa dimensão mnêmica de acesso remoto que o leva a ‘generalizar’ e automaticamente, ‘alucinar’ um novo episódio como se fosse da primeira experiência uma cena repetida – o inconsciente vela e guarda o bloco complexo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A vergonha adere à pele e a criança sendo 'indefesa' e frágil, é submetida e não expressa seu sentimento de raiva, indignação, agressividade ou dor. Passará a associar o sentimento de impotência à humilhação e vergonha a que foi submetida. Nesse complexo ela (a criança) é o objeto de violência.&lt;br /&gt;Vale ressaltar que ‘O Outro’ que seria o ‘cuidador’, por sua vez já tem seus próprios complexos numa espécie de comportamento atávico. Carrega consigo, o rastro de uma herança emocional com conseqüências importantes.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Vale pensar que aquele Outro Eu do qual tratamos no último texto, dialogará com esta Identidade, na órbita do tempo em que o ontem revisitará o hoje e se projetará no amanhã.&lt;br /&gt;Quem falará a esta criança, independente da idade que sua pele tenha hoje? Quantos episódios em sua vida, sentiu-se acometido e revisitado pelo sentimento de vergonha, humilhação e impotência?&lt;br /&gt;Diante dessa possibilidade, qual comportamento defensivo sua pele adotou?&lt;br /&gt;Gostaria de saber as impressões e sentimentos das peles que lerem este texto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-801623042841834416?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/801623042841834416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=801623042841834416&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/801623042841834416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/801623042841834416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/03/identidade-e-alteridade-as-herancas-da.html' title='Identidade e Alteridade, as heranças da vergonha...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-520221576113107060</id><published>2009-02-22T18:13:00.005-03:00</published><updated>2009-02-22T18:45:43.725-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaios sobre a alteridade – Parte I'/><title type='text'>Alteridade - O Eu e o Outro Eu...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Sempre gosto de pensar a criança &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;na elaboração do pensamento e &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;linguagem e demais funções psíquicas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Esta será uma idéia recorrente em nossos textos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Todas as crianças costumam ter seus 'amigos ocultos' &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;ou 'invisíveis'. Em seus diálogos com esse &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;'outro', invisível aos olhos alheios, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;a criança confia seus segredos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;ualquer adulto que pretenda &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;sondá-la à respeito, precisará gozar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;inteira confiança do pequenino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Assim é o Alter Ego - Um amigo ítimo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Um "outro Eu" a quem se pode confiar, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;tanto como quem confia em si mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Aqui é importante atentarmos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;para os conceitos de &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;'intra-psíquico' &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;e do que é externo à psique humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Um encontro esta semana, levou-me &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;a discorrer sobre o tema alteridade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O ‘Eu’ será pensado como ‘identidade’ &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;e oposto a esse sentido, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;encontraremos o ‘Outro’ Eu – o alter Ego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Tema complexo e com visões distintas, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;a alteridade atravessa diversos saberes. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Prefiro pensá-lo como eixo comum, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;nos olhares da filosofia, psicologia e sociologia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quem é esse outro a quem nos referimos como diverso a nós? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quem é esse outro que nos fala e cala? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quem é esse outro que rejeitado socialmente, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;rejeitamos no outro e automaticamente &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;reprimimos em nós e nessa direção mais &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;facilmente atribuiremos, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;sempre ao Outro o que não admitimos em nós?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Parece difícil pensarmos que nós somos seres ambíguos e duais. Impossível admitirmos em nós a lucidez e a loucura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mais fácil bani-la para que não sejamos ‘agredidos’ com o que nos é diverso. Supondo saber o que no outro é estranho a nós, criamos os estereótipos, julgando a superfície do outro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Pensemos em nossas peles e em nossas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quantos desejos ou vivências ocultamos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;porque reprovamos e condenamos no outro? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;E esse algo que condenamos no outro e &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;que ocultamos ao outro que existe em nós, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;somente nós sabemos desejar? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quantas vezes atribuímos ao outro a &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;responsabilidade pelos nossos atos e escolhas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quem teria soprado aos nossos ouvidos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;as ordens e os comandos do faça-se? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Quantas vezes um outro que aparece &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;e desaparece soprou-nos uma missão? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Será que algum outro ou qualquer &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;instância externa a nós saberia o que é intrapsíquico? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;E isto seria possível sem que houvéssemos comunicado? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Alguém pode penetrar em nossas mentes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Então que é alteridade e quanto há de &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;mim nesse outro a quem eu condeno e excluo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Então de onde viriam a culpa e a vergonha?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Do Outro Eu?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Que é esse outro eu, diverso a nós?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Diverso a nós ou parte nossa que renegamos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Porque renegamos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Como apaziguarmos esse diálogo de dualidades?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;E sua pele, como sente este tema?&lt;br /&gt;Em psicologia remeteremos alteridade à primeira relação oposta ao ‘sujeito que pensa’ – EU – e o objeto pensado , como o Não Eu. A filosofia pensará nas relações com outrem e a sociologia admitirá o Ser em sociedade sendo este, suscetível às influências e pressões sociais e históricas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-520221576113107060?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/520221576113107060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=520221576113107060&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/520221576113107060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/520221576113107060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/02/alteridade-o-eu-e-o-outro-eu.html' title='Alteridade - O Eu e o Outro Eu...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-6238908308429149544</id><published>2009-02-15T12:23:00.011-03:00</published><updated>2009-02-15T13:03:28.256-03:00</updated><title type='text'>A Pele e o tempo -  A dor suas causas e efeitos...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Decidi pensar nas dores humanas e no tempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Pensar em ambos - causa e efeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;A minha pele foi criança um dia. E não importa quantos anos eu já tenha vivido, a memória da pele da criança em suas experiências, ainda habita em mim.&lt;br /&gt;Em seus experimentos as crianças elaboram os conceitos e a lógica do pensamento, linguagem, percepção e emoção. Não poderia julgar se todas as peles necessitam as mesmas experiências. Minhas questões sempre envolvem o tempo e seus efeitos e o tempo como causa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O lúdico sempre serviu para que eu encontrasse a boa medida de permanência e exposição ao que me é nocivo. O que me é diverso, nem sempre é ameaçador ou nocivo. Tolerância às diferenças é um outro tema. A questão é a medida de exposição ao que me causa dano ou mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A brincadeira consistia em ‘atravessar’ 'transitar' 'passar rapidamente' o dedo indicador pela chama de uma vela. Se eu me detivesse segundos além do necessário à passagem e transição, sentia dor. Se me detivesse ainda mais tempo, além da dor, aquele tempo a mais com o dedo exposto à chama, 'causava-me' uma bolha que me impedia de brincar.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Qual era a causa da dor? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A escolha da brincadeira? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A chama? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A experiência? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ou o tempo de permanência e exposição ao fogo? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Que é causa? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Que é o mal aqui nesta experiência? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Pensei que quanto menor o tempo que eu me detivesse exposta, menor seria a dor. Inversamente os efeitos e os danos podem ser irremediáveis.&lt;br /&gt;Podemos 'atravessar o tempo de um lado ao outro. Do passado tenho memórias e referências. No futuro existe algo que não sei, pois não há como prever o meu ser e o meu estar diante do inesperado inerente ao viver. Poderei prospectar um futuro, traçando metas... &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mas a minha ação está no agora, no hoje. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;No hoje e no aqui e agora,  é que estamos revisitando aquela 'brincadeira' com a chama. O jogo é a vida, o viver e a dor e está aqui a decisão de permanecer mais ou menos tempo exposto à chama. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Minha Pele ‘sofre e sofrerá’ a influência de ambas as instâncias do tempo - no hoje, passado e futuro poderão interferir, paralisar, adoecer, fazer sofrer. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Viverei mais ou menos o meu hoje melhor ou pior, à medida da minha escolha pela permanência ou trânsito no tempo - chama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaria aí a questão do ser e do estar na dor?&lt;br /&gt;O que as outras peles sentem?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mai&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-6238908308429149544?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/6238908308429149544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=6238908308429149544&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/6238908308429149544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/6238908308429149544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/02/pele-e-o-tempo-dor-suas-causas-e.html' title='A Pele e o tempo -  A dor suas causas e efeitos...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-7510031940230670721</id><published>2009-02-07T10:46:00.002-02:00</published><updated>2009-02-07T15:00:08.571-02:00</updated><title type='text'>vazios...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Pareceu-me razoável questionar certezas.&lt;br /&gt;Isto que, à priori ou previamente, se possa ter ou conceber sobre alguém ou alguma coisa. Então preciso duvidar e refazer o meu caminho, reconstruindo o que eu ‘supunha’ ser uma verdade sobre aquele alguém ou sobre aquela coisa – talvez um pensamento...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O que ficou evidente é que, antes de adentrar uma gruta não terei como saber se essa é bela ou inóspita. Do mesmo modo e principalmente, quando refere-se ao homem, não há como supor que sei o que está no outro. Assim, seria inútil supor o que pensava, sentia ou movia Mozart na composição do Réquiem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;E sobre algo que eu não tenha vivido em minha própria pele, não poderei supor, antecipadamente, o meu sentir ou fazer qualquer inferência fora da minha experiência. Não há modelos ou essência em princípio.&lt;br /&gt;Se é assim não haveria um livro em cada um?&lt;br /&gt;Imaginemos que para que eu escreva talvez eu precise ‘criar’ e, mesmo que isto não seja uma realidade, passará a ser, porque eu a inventei... Não é simples, mas cabe reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um ponto que merece análise é que não terei como negar a existência de espaços vazios em grutas, partituras, em gente e em coisas... Isto me faz crer que o vazio ou os vazios merece ser pensado. Uma tela em branco é o vazio sobre o qual o artista expressa o seu, inscrevendo a sua arte. Quando ao final assina a obra, o vazio que era a tela e a ânsia artística, está na tela e ambos, tela e artista, estão plenos em arte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;E nós? Como e quando estaríamos plenos? Com muito ou com quanto e com qualquer quantum e qual o preenchimento possível? Pensei que para alguns, um afago, um olhar, um poema, a literatura, são bastante. Há os que querem e pedem demasiado e que, jamais, buscam em si, outras possibilidades e depositam a responsabilidade de preenchimento, apenas, no outro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Sempre o desejo deverá ser preenchido pelo outro? E esse  outro que sempre se colocou ali, tamponando um vazio, como se fosse um ‘objeto’ de preenchimento, não tem vazios seus? E porque se permite ser ‘tampax’ no vazio de outrem? E se subitamente eu quiser ir embora ou for embora?&lt;br /&gt;Se é assim, a escrita é uma forma de expressão que preenche vazios?&lt;br /&gt;Mas é a única? Não sei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas tenho pensado em pontes que permitem travessias sobre os abismos.&lt;br /&gt;A arte seria uma ponte através da qual o homem conseguiria atravessar em sua caminhada vida afora e a literatura preenche o escritor e sua sombra – o leitor, para quem escreve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria pensar nisso e saber o que pensam outros homens e outras peles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-7510031940230670721?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/7510031940230670721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=7510031940230670721&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7510031940230670721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7510031940230670721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/02/vazios.html' title='vazios...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-4353327426516261297</id><published>2009-01-31T19:07:00.007-02:00</published><updated>2009-01-31T19:45:51.002-02:00</updated><title type='text'>essências literárias - A ARTE.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;...A natureza é pródiga em beleza e também surpreende-nos com fenômenos incontroláveis... Grutas guardam o suave brilho mineral nas estalactites e estalagmites e também ocultam o que há de mais inóspito em seu interior. A partir da linguagem seus signos e representações, o homem passou a ‘sofrer’ normatizações e desde a gênese da fala até os nossos dias a humanidade evolui em diversos aspectos do Ser do estar e das coisas. Desde a fase embrionária o homem está imerso na linguagem e será ‘fatalmente’ submetido aos seus efeitos positivos ou não. Vivemos em sociedade e o primeiro ‘outro’ que comunica, já é pleno de linguagem e carregado de ‘conceituações’ prévias. Esse ‘primeiro ‘outro’ também já esteve submetido ao mesmo processo e por meio da linguagem nos infere seus significados, iniciando ‘caminhos’ ‘trilhas’ e ‘traços’ em nosso pensamento. Por essa mesma via conceitos poderão ser transmitidos de forma mais ou menos ‘repressora’. Em conseqüência poderá produzir os chamados ‘atavismos’ - uma espécie de repetição daquilo que se aprendeu. Esse modo de funcionamento psíquico poderá gerar comportamentos extremos como o medo e o destemor. O homem poderá perseguir aquilo que julga faltar ou desejar. Essa busca e essa falta o impulsiona a repetir ou reproduzir automaticamente não supondo outras vias de possibilidade que o leve a sair do 'impulso' para uma nova forma de pensar e agir. Não raro essa busca causa angústia e ao mesmo tempo prazer. O homem tenderá a ficar dividido entre o que deseja e o que repele. Isso que agora o angustia tendo sido aprendido pela via da linguagem e da representação de um outro, caso não seja 'desconstruido' e 'reconstruido' poderá se cristalizar como uma verdade absoluta e sua recusa em reelaborar o pensamento em outros caminhos, poderá levá-lo a um sofrimento interminável. Será que não haveria outra forma de se pensar e existir? Se é assim, não haveria condição de elaboração e reelaboração na inscrição de seus próprios signos? Poderá descontruir e reconstruir novas formas de experimentar o mundo diminuindo o sofrimento psíquico? Não é simples. Mas vejamos. Antes da escrita os homens criam em mitos. Não se responsabilizavam por seus atos ou efeitos pois o que ocorria era determinação dos ‘deuses’. A partir da linguagem e com a escrita o homem questiona o ser das coisas e inclusive o Ser humano, desconstrói os mitos e avança. Após longo trajeto o homem assume a responsabilidade pelas causas e efeitos de todas as coisas que decorram de sua escolha ou ato. Assim e não tão breve chegamos aos mundos intra e extra psíquicos, o controle social e a imputação de culpa versos a responsabilidade ao humano. Cabe-nos pensar sem julgamentos ou condenações. A contenção faz-se necessária? O que caberia a cada um conter no âmbito de suas responsabilidades? Existem parâmetros, modelos? Onde começa o nosso direito e inicia o alheio? Façamos uma retrospectiva sobre a história de Wolfgang Amadeus Mozart. Desde tenra idade percebia-se que seria um virtuose. Mãos pequenas erigiram vasta obra. Se a beleza da música encantara o mundo, a mesma sociedade o segregou pelo que havia de mais humano naquele homem, a sexualidade. Como saber se um dado comportamento é ou não desvio? Qual é a medida do absurdo? E o que fazer quando se sabe que o fim é chegado?&lt;br /&gt;O que é o fim? Teria Mozart percebido a gravidade do que sentia? Será que ele teria considerado que sua obra prolongaria a sua existência tornando-o imortal? Mozart desejava deixar um legado à sua família? Sabia que compor o Réquiem o levaria à morte? A hipocrisia e a intolerância o haviam condenado ao exílio. E a mesma obra que o consagrou, o condenou à morte e o imortalizou. Um mundo, uma pele, uma história e uma geografia do humano. O que é humano? O que é o Ser Humano? O que é Ser mais Humano? Existe uma essência, uma forma por si mesma. Se existe essa essência poderia ser, também, uma forma literária que existindo por si mesma os artistas e escritores encontrariam e revelariam essas essências desnudando-as em forma de arte para que a cultura a aceitasse, ou não? Se é assim, tudo o que é escrito é do humano? Escritores ou todo escritor revela apenas o humano?&lt;br /&gt;Estas são algumas das reflexões que farei neste espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;musica:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Mozart&lt;/strong&gt; - sonata menor 3 pianos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-4353327426516261297?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/4353327426516261297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=4353327426516261297&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/4353327426516261297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/4353327426516261297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/01/essencias-literarias-arte.html' title='essências literárias - A ARTE.'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3731937609897483510.post-7918344037919489034</id><published>2009-01-31T11:55:00.004-02:00</published><updated>2009-01-31T12:38:42.631-02:00</updated><title type='text'>mundos e peles - O homem e o humano...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Que é o HOMEM?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;                Religião, política e esporte são escolhas individuais que nos cabe respeitar sem convencimentos ou proselitismos. Assim pensarei o homem em seus mundos - interno e externo e a 'humanidade na vida cotidiana'.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Todas os textos, ficcionados ou não, e as reflexões decorrentes dos mesmos serão descritos sob o olhar antropológico e, transversalmente, em seu diálogo com outros saberes sobre o homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;A comunicação escrita é um exercício recente em minha vida e sendo assim, aceitarei todas críticas como forma de aprimoramento da comunicação escrita...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Pensarei o Homem e a Humanidade como causa de todas as coisas "HUMANAS e do humano", na terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Nessa direção a questão que se configura como urgente para mim é repensar conceito de 'HUMANIDADE'.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que é o "humano"?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que é SER um SER HUMANO?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que é ESTAR um SER HUMANO?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;O que DESEJA e o que FALTA?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Qual a origem do sofrimento psíquico?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Qual a origem da culpa e da vergonha?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Eis a questão que pretendo esmiuçar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Através do exercício despretensioso do pensamento e da linguagem escrita, tentarei descrever memórias com o objetivo de pensar, repensando os mundos - interno e externo ao Homem...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mundos e Peles - Histórias e Geografias do homem e do humano são o tema deste blog. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;A subjetividade e suas "Peles" serão representadas em capítulos, com nomes e enredos fictícios, apenas para ensejo à discussão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Não tenho certezas absolutas sobre muitas coisas e assim, seguirei pensando e construindo caminhos e trilhas, ouvindo, escrevendo e exercitando o pensamento, reconhecendo sem culpa ou vergonha a minha humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Meu objetivo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Tornar-me um ser humano melhor e mais responsável em minhas escolhas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cccccc;"&gt;Mai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3731937609897483510-7918344037919489034?l=mundos-e-peles.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/feeds/7918344037919489034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3731937609897483510&amp;postID=7918344037919489034&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7918344037919489034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3731937609897483510/posts/default/7918344037919489034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundos-e-peles.blogspot.com/2009/01/mundos-e-peles-o-homem-e-o-humano.html' title='mundos e peles - O homem e o humano...'/><author><name>Mai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03556844977226765919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_HWP0o_BKFck/TOxZfN0QCkI/AAAAAAAAA5k/O1agDNBxDpU/S220/me%2BRO.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry></feed>
